Correr, ou não correr, eis a questão!

Uma das minhas resoluções para 2016 era fazer a S. Silvestre, do Porto.

Claro que isso tinha implícito um programa de treino prévio que, por diversos motivos, não correu tão bem como o desejado.

Ora porque um dos meninos estava doente, ora porque estava muito frio, ora porque tinha preguiça... A verdade é que não consegui, ainda, encontrar um ritmo de treino que me permita ver os resultados do meu esforço e manter, no tempo, o treino definido.

Ainda assim, como planeado (e até estava no nosso calendário do advento!), fomos à S. Silvestre, os 4.

Foram 10 km, alguns dos quais a correr, a empurrar um carrinho de corrida. 10 km, focada no meu objetivo de concluir a prova (e, de preferência, não ser a última). 10 km de apoio do meu querido Marido, que tantas vezes me incentivou a treinar nos últimos meses (e, até, disfarçou algum treino de passeio com os miúdos...). 10 km de incentivo do Miguel que, habituado a correr com o Papá, reclamava que íamos devagar demais. 10 km de cumplicidade com o Rodrigo que, às vezes, reclamava e me permitia descansar um bocado 😉

Nunca pensei em desistir, nem nas subidas mais íngremes, que me faziam andar a passo e onde todos os músculos do meu corpo me diziam para parar. Desistir não faz parte da minha natureza! E, certamente, não é esse o exemplo que quero dar aos meus Filhos!

A verdade é que eu gosto de correr. E gosto de fazer exercício. Gosto do bem que me sinto quando faço exercício. Incluir o exercício nas minhas rotinas é que não tem sido fácil e vai continuar nas resoluções para o próximo ano.

Para que terminar a S. Silvestre não seja, em si, um exercício de superação!
Para me sentir melhor e proteger a minha saúde e o meu bem-estar!
Para incutir hábitos saudáveis aos pequenos!

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