Relatório da Comissão Parlamentar

Esta semana recebi o relatório da Comissão Parlamentar de Trabalho e Segurança Social (https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=12687)

Este relatório dá conta da conformidade da petição com o que é necessário e dando conhecimento de que a mesma será agora enviada para o Presidente da Assembleia da República, para que a sua apreciação em Plenário (uma vez que, à data da sua submissão, contava com mais de 4.000 assinaturas).

Não emitindo "qualquer juízo de valor, sobre a pretensão formulada", a deputada relatora deixa "essa faculdade ao critério individual de cada deputado e de cada grupo parlamentar".

Agora é aguardar que a apreciação em Plenário seja agendada, para nos podermos organizar e encher as galerias para ouvir o que os deputados têm a dizer sobre este assunto :) 

Comentários

Olá Carina! Também assinei a petição. Estou à espera do meu segundo filho e aflige-me que passados 15 anos do nascimento da minha filha, a licença se mantenha nos 120 dias ( a 100%). Espero que o debate seja em breve e que o bom senso impere com a merecida aprovação. Parabéns pela sua iniciativa! Foi excelente! Agora é esperar o melhor! Um beijinho
Carina Pereira disse…
Olá Ana Isabel!
Muito obrigada pelo apoio :)
A apreciação já foi agendada (http://e-carina.blogspot.pt/2016/03/apreciacao-em-plenario-ja-tem-data.html), por isso, em breve, saberemos o resultado.
Um beijinho.
Olá Carina!

Considero a sua atitude de uma enorme coragem.
Mas eu, que tive a ousadia de querer duas filhas no regresso da minha segunda licença de maternidade fui, simplesmente, despedida. Apesar de ser efetiva e existir a ACT para defender os nossos direitos...nada funciona. Já lá vão quase 2 anos e hoje, estou cada vez mais certa que voltar ao mundo do trabalho é uma miragem.
Por isso, alargar a licença de maternidade para 6 meses terá o seu preço (se é que me faço entender) mas sim, devemos defender o que é o nosso, a família e os nossos filhos....Parabéns pela iniciativa!
Beijinhos
Carina Pereira disse…
Infelizmente, situações como a sua, ainda acontecem com demasiada frequência e, nem sempre, as entidades que nos deviam proteger, o fazem!
Mas é como diz, não é por deixarmos de lutar pelo direito de conciliar a vida familiar e profissional que essas situações vão deixar de existir, ou que vamos ser mais valorizadas. Se todas as mulheres (e homens) tivessem desistido, ainda hoje não podíamos votar e a licença de maternidade era de 1 mês ou 2.
Na minha opinião, o que é fundamental alterar é a mentalidade dos empresários que colocam entraves e vêem a Parentalidade como um problema (que, ainda por cima, é uma visão a muito curto prazo, para a sustentabilidade das próprias empresas e do nosso país).
Muito obrigada pelo seu apoio e boa sorte para o reingresso no mercado de trabalho.
Um beijinho.

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