As Contas (mais ou menos) Públicas de Uma Mãe com Sono

Há uma grande semelhança entre as contas públicas e as contas às horas de sono de quem tem um bebé pequenino em casa: são ambas deficitárias!

Mas, felizmente, também há uma grande diferença: a esperança num futuro melhor! Ao contrário do que se tenta com as contas públicas, não há austeridade que se possa aplicar às horas de sono. Mas podemos esperar que o crescimento do bebé reponha a normalidade nas noites de sono! (Não, por favor, não me contem casos de crianças de 5 anos, ou mais, que ainda não dormem a noite toda! Eu também conheço esses casos, mas prefiro acreditar num mundo onde as crianças dormem durante a noite. TODA!).

No nosso caso nem é por o Rodrigo dar más noites, nem porque chore durante a noite. Nada disso! Ele até dorme muito bem. Só que ainda não aguenta muitas horas sem comer. Normalmente não passa muito das 3 ou 4 horas. Ou seja, como felizmente estou a amamentar, isso significa que eu durmo 2 ou 3 horas de cada vez e, normalmente, acordo duas vezes por noite. E, de manhã não posso continuar na cama, porque o Miguel entretanto acorda (já muita sorte tenho eu, porque só costuma ser por volta das 9h30).

E já lá vão 2 meses...
Por isso, tenho sono! E quando uma pessoa tem sono, coisas estranhas acontecem...

Hoje, quando cheguei a casa, depois de termos ido os três fazer o cartão de cidadão do Rodrigo, deparei-me com o seguinte:


O café que eu tinha tirado antes de sair de casa ficou por tomar! E pior: não tomei na rua, porque, supostamente, já tinha tomado em casa...

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